O
personal trainer Gustavo Isaías afirma que realizar atividades que
despertam interesse é um meio de não desistir de se movimentar.
A prática de exercício físico pode ser indicada por médico, fisioterapeuta ou ser uma iniciada individual, mas é importante que esteja associada ao bem-estar e prazer. O personal trainer Gustavo Isaías afirma que realizar atividades que despertam interesse é um meio de não desistir de se movimentar.
“A prática esportiva deve estar intimamente ligada ao lazer,assim a probabilidade de permanência aumenta consideravelmente, mas é claro que devemos levar em consideração alguns fatores como idade e doenças”, alerta Gustavo.
De acordo com o personal, a musculação se mostra efetiva contra hipertensão e diabetes,porque permite, em pouco tempo, um maior controle dos níveis de colesterol e glicose presentes no corpo. Para idosos com osteoporose ou não, a musculação também se mostra eficaz devido ao fortalecimento ósseo e à prevenção de dores e lesões.
“Pra quem procura uma melhoria na qualidade de vida e fortalecimento muscular, o ideal é que se pratique musculaçãocom pesos adequados à sua força e faixa etária. Inicialmente, não pegue muito pesado para que o corpo não entre em processo inflamatório, o que vem a gerar dores e desconforto no dia seguinte ao treino, às vezes até impede a continuidade. É importante sempre tirar dúvidas e seguir os conselhos e ensinamentos do instrutor da academia ou personal trainer”, orienta.
Há ainda os que preferem atividades aquáticas. Para estes, a natação é uma boa escolha em qualquer idade. A hidroginástica é outra opção para idosos, por não haver impacto, preservando, assim, a estrutura óssea.
Para crianças e adolescentes, a natação, futebol e lutas são opções atrativas. “A prática esportiva não distingue e nem restringe seu público por idade, o importante é praticar algo que sinta prazer e, ao mesmo tempo, lhe proporcione saúde e qualidade de vida”, afirma Gustavo Isaías.
Já para quem não é adepto à musculação e prefere caminhar,é indicado que use um tênis confortável, assim como as roupas. A alimentação tem que ser feita pelo menos de 30 a 40 minutos antes da caminhada, com alimentos leves e sempre procurando se manter hidratado.
Corrida exige respeito ao condicionamento físico
Já a corrida segue outras dicas, como: calçar tênis apropriado para não criar calos e machucar os pés; roupas que facilitem a transpiração; além de respeitar o condicionamento físico e cardiorrespiratório, que é diferente em cada pessoa.
“Inicie com pequenas distâncias, com o tempo e após manter a frequência da corrida, aos poucos pode ir adicionando cada vez mais distância. É importante também não se comparar a ninguém durante qualquer tipo de treino, essa simples dica pode evitar vários tipos de lesões, das mais simples até as mais graves”, pontua o personal trainer Gustavo Isaías.
A postura correta durante qualquer prática de exercício físico é também indispensável. O educador destaca que se deve manter a cabeça com olhar fixo para a frente, ombros relaxados, braços com os cotovelos flexionados, de forma que o braço à frente do corpo seja sempre o contrário à perna. Por exemplo, o braço direito estará à frente do tórax junto com a perna esquerda.
Todavia, o tórax e o pescoço devem estar eretos e levemente inclinados à frente. Durante a corrida, é preciso estar atento para nunca deixar a perna que toca o chão ficar ereta. O joelhodeve permanecer sempre semi-flexionado e, por fim, deixar os tornozelos relaxados, para que durante a corrida realize o movimento correto de flexão e extensão – o que ajuda no amortecimento do impacto e na prevenção de lesões.
Atingindo-se o peso idealizado ou conquistando a forma física
desejada, o trabalho estará terminado? Essa indagação deve ser não só
pessoal, para aqueles que usam o treinamento resistido com o objetivo de
perder peso (massa gorda), mas também ser a preocupação do professor,
que após um acompanhamento personalizado obteve êxito na redução da
gordura corporal do cliente, atingindo o corpo desejado.
Após
a conquista dos objetivos, as estratégias são tão importantes quanto o
processo do emagrecimento. A percepção geral é que, além de ser difícil
perder peso, ninguém consegue manter o peso por longo prazo. Este é um
antigo problema. Em 1959, um estudo com 100 obesos concluiu que apenas
2% dos indivíduos mantiveram a redução do peso (em mais de 9,1 kg). Em
1998, o New England Journal of Medicine repetiu esta mesma notícia
pessimista
Contudo, a literatura científica nos dias atuais registra sucesso na
manutenção da perda de peso em longo prazo, mas vale destacar que a
maioria das pessoas recupera dois terços do peso perdido em um ano. Isso
demonstra que realmente para a maioria não é fácil manter a forma,
talvez seja ainda mais difícil do que o próprio processo de
emagrecimento. Alguns pensam que é tarefa cumprida e o resultado é
permanente, porém, o trabalho prossegue, novas metas e objetivos devem
ser traçados para manter a motivação.
Embora com dados limitados e
variações entre os estudos, se observa que 20% dos indivíduos que
perdem peso conseguem uma manutenção desta perda de forma bem-sucedida.
Wing e Hill[1] instituíram nos EUA o Registro Nacional de Controle de
Peso, com um banco de dados de 4.000 inscritos, com histórico de perda
de peso e sucesso na manutenção em longo prazo. Mas, antes das
providências do que deve ser feito, ou mesmo evitado, se faz necessário
entendermos como a ciência explica esse fenômeno, que leva o nome
popular de “efeito sanfona”.
Estudos
afirmam que o genoma humano é programado para a atividade física, e
hoje realizamos apenas 25% das atividades físicas diárias do que em
comparação com anos passados. Afirma-se ainda que o nível de atividade
fisiológica normal seria o necessário para a sobrevivência individual,
como reunir seu próprio alimento, coletando ou caçando, construir seu
próprio abrigo, defender-se ou fugir de ameaças.
Surge então a
Teoria do gene Thrifty, sugerindo que ao longo do tempo evolutivo,
devido à exposição a períodos regulares de fome (época em que o homem
era nômade), os indivíduos com facilidade de armazenar gordura teriam se
beneficiado de forma seletiva, ou seja, sobreviviam a estas intempéries
e privações enquanto os demais sucumbiam.
Essa capacidade de
acumular gordura foi repassada aos seus descendentes, consequentemente,
indivíduos com genes que promovem o depósito de gordura de forma
eficiente (‘genes econômicos’) seriam os mais favorecidos nas eras
iniciais. No ambiente moderno, esta predisposição genética nos prepara
para uma fome que nunca chega, temos alimento em abundância, quase tudo
processado e altamente calórico, provocando uma epidemia de obesidade
com todas as doenças crônicas concomitantes.
A fisiologia versus a homeostase
A
literatura sugere que, após os objetivos da perda de peso serem
alcançados, deve existir uma fase de manutenção, na qual os novos
hábitos de vida são consolidados, o que deve durar ao menos dois anos.
Isso devido ao organismo humano estar programado para buscar a
homeostase (equilíbrio), ou seja, diante de qualquer tipo de
desequilíbrio como estresse, frio, calor ou fome, o corpo trabalhará em
busca do equilíbrio.
Assim, o organismo não sabe diferenciar se
você ganhou uma dieta nova, se você pagou por uma consulta com um
nutricionista, ou se você está em uma ilha deserta com escassez de
alimentos. Ele simplesmente irá trabalhar para restabelecer o
equilíbrio, tentando evitar a perda de peso e levá-lo de volta ao peso
anterior. Como o organismo ficou privado por um determinado tempo, ele
supercompensa, estocando um pouco mais e assim preparando-se para novos
períodos de escassez, e o “efeito sanfona” se estabelece.
A manutenção do novo peso deve manter-se pelo período de dois anos,
para que o organismo entenda que este é seu novo “eu”. Um aspecto que
vem ganhando espaço na literatura científica, atribuído como fator
importante para o sucesso da manutenção da perda de peso, mesmo que
sendo um desafio em longo prazo, é o acesso a informações. Isto pode ser
particularmente importante em termos de lançamento de estratégias
iniciais para cessar a recuperação do peso – objetivo também deste
texto.
Atualmente, os dados parecem sugerir que as diferenças de
comportamento (ou as escolhas individuais) são preditores mais fortes de
recuperação de peso do que as diferenças na fisiologia ou metabolismo.
Nos relatos dos indivíduos inscritos no registro antes mencionado,
constata-se que 89% descreveram o emprego de atividade física e dieta
para perda de peso. Os indivíduos que relataram a modificação na
alimentação para perder e manter peso reportam comumente a restrição da
ingestão de determinados tipos ou categorias de alimentos, limitaram a
quantidade, ou que contaram as calorias. Mesmo com a grande ênfase na
dieta hoje em dia, poucos destes mantenedores de sucesso na perda de
peso usam dieta por si só.
É destacado que o treinamento com pesos
é a atividade física escolhida por grande parte das pessoas
registradas. As mulheres do registro que se envolvem com treinamento com
pesos são em número muito maior do que as mulheres na população em
geral.
E o “dia do lixo”?
Outro
dado interessante. Aqueles que mantêm a dieta não só nos dias de
semana, mas também em finais de semana, feriados e férias, possuem mais
chances de sucesso de manutenção do peso, do que aqueles que fazem
restrições rigorosas somente durante a semana. Permitindo a
flexibilidade na dieta, pode-se aumentar a exposição a situações de alto
risco, criando mais oportunidades de perda de controle.
Em
contraste, os indivíduos que mantêm um regime de dieta consistente por
todo o período do ano são mais propensos a manter a sua perda de peso ao
longo do tempo. Surpreendentemente, aqueles que recuperaram o peso,
relataram diminuição significativa na atividade física, aumento do seu
percentual de calorias provenientes de gordura (ingerindo frituras e
alimentos gordurosos) e diminuição em sua restrição dietética geral.
Assim,
uma grande parte da recuperação do peso pode ser atribuída à
incapacidade de manter a alimentação saudável e exercícios ao longo do
tempo. Os achados também destacam a importância de manter as mudanças de
comportamento que foram adotados durante o emagrecimento na manutenção
em longo prazo da perda de peso. Uma refeição fora da dieta em
quantidades regradas não é crime capital! Afinal, todos têm família,
vida social, o que deve ser evitado são os deslizes constantes.
Estratégias efetivas Os achados do registro sugerem seis
estratégias-chaves para o sucesso em longo prazo na perda de peso:
Engajar-se em altos níveis de atividade física;
Uma dieta baixa em calorias e gordura;
Priorizar o desjejum;
Automonitoramento regular do peso;
Manutenção de um padrão alimentar coerente;
Recuperar os “deslizes” antes de se transformarem em ganhos maiores.
Carboidrato é realmente um “vilão”?
Abrimos
um parêntese para relatar um dado interessante quanto ao carboidrato,
tido como vilão por muitas dietas. Apenas 7,6% dos membros do registro
relataram comer menos do que 90 g de carboidrato/ dia, nas com ingestão
total de energia diária baixa. Menos de 1% dos participantes registrados
consomem as tais dietas de “lowcarb” (baixo carboidrato).
Quando
comparados com os membros do registro que tiveram maior ingestão de
carboidratos, aqueles que consumiam menos que 24% de carboidratos
mantiveram crescente a sua perda de peso por um período menor. Este
conhecimento já é bem antigo: dietas que restringem o carboidrato se
mostram ineficientes em longo prazo, contudo, mesmo assim, basta uma
busca na internet para encontrar ávidos defensores do “low carb” ou zero
carboidrato.
Sucesso na manutenção
Na edição 101 da revista M&F,
ficou demonstrado o grau de relevância para os estudos de revisão
sistemática. Outro estudo no mesmo sentido dos já mencionados,
Manutenção de perda de peso em longo prazo, uma meta-análise de
estudos[2], publicado no The American Journal of Clinical Nutrition,
levantou os resultados envolvendo mais de 1.000 participantes em
programas estruturados de perda de peso e a possibilidade de se
recuperar toda a sua perda dentro de cinco anos, e não só confirma como
também enfatiza o importante papel dos exercícios na manutenção da perda
de peso, dos quais o treinamento resistido apresenta-se como uma das
melhores opções. O uso de dietas com baixa ingestão calórica também foi
relacionada à manutenção de perda de peso bem-sucedida em longo prazo.
Algumas
das características desses mantenedores de perda de peso bem-sucedidos
são a baixa ingestão de gordura e um alto nível de atividade física. Os
resultados dos estudos sugerem ainda que a perda de peso com êxito pode
ser um importante contribuinte para a posterior manutenção de peso.
Embora o sucesso na manutenção da perda de peso tenha melhorado ao longo
da última década, sugere o estudo que ainda há espaço para mais
pesquisas que ajudarão as pessoas a sustentarem a atividade física, o
estilo de vida, as mudanças realizadas, bem como escolhas alimentares
adequadas para a manutenção de peso.
O estudo aponta registros de
uma antiga publicação com estratégias bem documentadas, para manutenção
da perda de peso, basicamente no mesmo sentido das já citadas,
qualificadas como estratégias consistentes e efetivas:
Realizar
altos níveis de atividade física – e assim manter altos gastos
calóricos tanto durante como após o exercício, em que a musculação tem
seus resultados comprovados;
Consumir baixas calorias – com baixa gordura para equilibrar ou manter um deficit calórico;
Pesar-se
frequentemente – assim mantendo um constante controle, detectando
rapidamente possíveis erros e facilitando ajustes imediatos.
Respondendo a pergunta inicial
Conclui-se
que após a perda de peso o trabalho deve continuar seguindo os mesmos
princípios adotados para se atingir o objetivo. É importante manter o
treinamento, principalmente com pesos, e aumentar a intensidade ou
volume de acordo com a evolução do condicionamento. Diversificar as
rotinas de treinamento, variando estímulos neuromusculares, ajudam a
manter a motivação. Traçar novos objetivos como hipertrofiar as coxas,
melhorar as panturrilhas, definir os deltoides também ajudam a manter o
foco e o estímulo para o treinamento.
De forma consciente, optar
sempre pela alimentação saudável, mantendo a rotina alimentar que
proporcionou o emagrecimento, pois isso deixará de ser uma tortura para
se tornar um hábito. O ser humano tem a grande capacidade de se adaptar,
e com o tempo certamente irá acontecer. O constante autocontrole do
peso irá dar o sinal se tudo está correndo como planejado, ou se algo
precisa ser melhorado em tempo de ser corrigido, freando assim a
recuperação do peso.
Não adianta fechar os olhos para o problema,
pois quando se der conta ele estará mais difícil de resolver. O trabalho
neste período se resume em fixar os ganhos e buscar possíveis melhoras,
evitando assim o efeito “sanfona”. Vale ressaltar que o peso na balança
por si só não é o melhor indicativo, uma vez que a musculação poderá
promover ganhos hipertróficos. O visual, roupas, dobras cutâneas são
informações importantes que ajudarão no processo de controlar os ganhos.
Ao
estabelecer seus novos objetivos, demarque onde será o sinal vermelho,
ou seja, uma calça, um certo peso, uma circunferência de abdome ou mesmo
um percentual de gordura, e ao se aproximar dele PARE TUDO e corrija
logo, isso evitará sofrimentos. Procure amigos que estão com os mesmos
objetivos, treinem juntos, troque receitas, estimule, isso também é
importante, mas mantenha sempre seu treinador informado e discuta com
ele seus objetivos.
Quando objetivo é aumentar a massa muscular de indivíduos principiantes,
a American College of Sports Medicine (ACSM 2009) recomenda que
os treinos resistidos sejam realizados com cargas que correspondam a
uma intensidade de 70-85% de 1 Repetição Máxima (força máxima dinâmica).
Entretanto, alguns estudos demonstraram que a utilização de
intensidades baixas a moderadas (30-50% 1RM), proporciona ganhos
comparáveis aos do treino realizado a intensidades mais elevadas.
Mas
qual será, se facto, a intensidade mínima necessária para se obter
ganhos expressivos ao nível da força e hipertrofia muscular?
Recentemente, um grupo de investigadores procurou obter uma resposta
definitiva a esta questão.
O estudo
Estes
investigadores recrutaram 30 voluntários sem experiência de treino
resistido e colocaram-nos num programa de treino resistido, que incluiu
duas sessões de treino por semana de rosca de bíceps unilateral e leg
press unilateral a 45°, durante 12 semanas.
Nesse
estudo e para cada voluntário, os investigadores colocaram uma perna e
braço a realizar três séries a 20% de 1RM (G20), até à falha e o membro
contralateral foi designado, de forma aleatória, a realizar os mesmos
exercícios, com o mesmo volume de treino, mas com uma de três possíveis
diferentes intensidades: 40% de 1RM (G40); 60% de 1RM (G60), e 80% de
1RM (G80).
A área de seção transversal do músculo e a 1RM foram determinas no início, 6 e 12 semanas após o final do estudo.
Resultados
No
final de 12 semanas, embora todos os grupos tenham obtidos aumentos da
CSA; os grupos G40, G60 e G80 obtiveram aumentos estatisticamente
significativamente superiores aos do grupo G20.
Para além disso, o grupo G80 obteve um aumento estatisticamente significativo da 1RM comparativamente aos grupos G20, G40, G60.
Os
autores deste artigo escreveram que, embora a realização de exercício
com uma intensidade de 20% a 80% de 1RM permita obter ganhos de força e
de massa muscular, o treino com uma intensidade de 20% é subóptimo para
promover a hipertrofia muscular e o aumento da força.
Referem
ainda que é viável usar um amplo espectro de intensidades, desde 40-80%
de 1RM, para aumentar a massa muscular e que o uso da combinação dessas
intensidades poderá potenciar os resultados de hipertrofia e permitir
uma melhor recuperação ao aliviar o stress relacionado com articulações,
devido ao treino contínuo com cargas pesadas.
O treino de força pura deve ser colocado de
maneira planejada na sua programação, pois não deve ser feito de
qualquer jeito, se você quer bons resultados.
O treino de força pura não é um treino qualquer, precisa ser feito com cuidado, precisa ser planejado.
Este é um tema que já foi tratado no site recentemente, mas que agora você terá a chance de colocá-lo em prática.
Isso porque o personal Fabio Pasetto (Cref 034971-G/SP) criou um treino de força pura, dividido em ABC, para você fazer.
Que fique bem claro que não é um treino para principiantes, pois exige muito do físico de quem for treinar.
Por
isso, é preciso ter um bom tempo de treino, um nível elevado. Converse
com seu professor e veja se está apto para fazer este treino.
O treino de força pura precisa ser feito com cuidado, para que assim se conquiste bons e se significativos resultados.
Então, se liga:
Como funciona?
Quando
o senso comum fala em força, não distingue que tipo de força. Para
profissionais da área, quando se fala em força, quer dizer exatamente:
força pura.
Basicamente, força pura se resume a séries de
altíssima intensidade com 100% ou quase de 1 a 5, ou no máximo 6
repetições, chegando a falha concêntrica.
Esse não é um treino para iniciantes. Se você não for um powerlifter, não foque seus treinos apenas em treinos de força pura.
Faça treinos de hipertrofia, de potência e até resistência muscular para atingir o máximo potencial da sua força.
Agora
se seu objetivo é somente estético, pode sim se beneficiar com os
treinos de força, pois eles auxiliam de forma indireta seu treino de
hipertrofia. Isso vai além de você conseguir levantar mais carga nos exercícios.
Treinando
força pura, você melhora sua técnica e estabilidade articular. Além
disso, seu sistema nervoso central estará mais preparado para coordenar
os movimentos sob altas cargas.
Isso sim te ajudará a melhorar os treinos de hipertrofia!
Treine como você jamais treinou!
Se
você que está lendo este post, anda meio desmotivado ou acha que não
vem obtendo bons resultados na musculação. Calma. Fique tranquilo.
A sua vida – e o seu treino – vão mudar a partir de agora.
Então, não vacile. Inicie já a sua jornada com Protocol Mass.
Tá achando que tá perdendo grana na academia? Faça valer o investimento!
Confie no Protocol Mass.
Treino de Força Pura
Esse é um treino estruturado para quem ficar grande. Já tem uma característica segmentada.
Independentemente como divide seus treinos, treinos de força podem ser feitos, no máximo, com uma divisão ABC.
Dividir
mais não trará benefícios extras, pois esse tipo de treino funciona
melhor para grandes grupos musculares e exercícios multiarticulares.
Se liga no treino:
A – Peito / Ombro / Tríceps
Supino Reto – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Supino com halteres – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Desenvolvimento – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Tríceps Testa – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
B – Perna
Agachamento Costas – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Leg Press – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Levantamento Terra – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
C – Costas / Bíceps / Trapézio
Barra fixa (com peso extra se necessário) – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Remada cavalinho – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Rosca direta – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Encolhimento – 5 X 4 a 6 reps – Intervalo 3 min
Faça esse treino entre 4 a 8 semanas e depois mude o treino.
Além do treino, você pode aumentar a sua força com a ajuda de alguns suplementos alimentares, como o Soma Pro.
Soma Pro é um suplemento composto pelo verdadeiro ZMA®, que tem seu efeito comprovado em relação ao aumento de força.
O
estudo mostrou aumento de 4,8 vezes na força do quadríceps e de 1,7 na
potência dos posteriores de coxa na comparação entre o grupo que fez
suplementação com ZMA® e o grupo que tomou placebo.
Outros efeitos e benefícios do ZMA® também foram comprovados neste estudo, como suporte anabólico, aumento da testosterona livre, aumento de IGF-1, entre outros. *É sempre importante ter um parceiro de treino e estar apto a esse tipo de treino!
Com a vida atribulada que muitos de nós
temos, muitas vezes acabamos ficando alguns dias sem treinar, pelos
mais diversos motivos, entre os mais comuns nessa época: férias e
feriados prolongados. Veja quantos dias você pode ficar sem treinar, sem
que o seu progresso seja afetado.
Você
precisa treinar! Jamais mate um treino na academia! Isso é o que dizem a
maioria dos fanáticos ou “celebridades” do mundo da musculação.
Porém,
sabemos que na vida real não é bem assim, que muitas vezes ficamos
doentes, temos compromissos e que nem sempre conseguimos treinar como
deveríamos.
Isso não é questão de ser ou não dedicado, pois você pode deixar de treinar alguns dias, sem que os resultados sejam afetados.
Como muitas pessoas tem esta dúvida sobre quantos dias podem ficar sem treinar, sem que o progresso seja afetado, vou tentar responder esta pergunta.
Inicialmente,
quero deixar claro que você não encontrará um número exato, uma quantia
de dias, pois esta é uma resposta muito pessoal e se eu lhe falasse
algo neste sentido, estaria passando por cima do princípio da
individualidade biológica.
Portanto, vou lhe apresentar algumas considerações, alguns estudos e um pouco de minha experiência, para que eu possa te ajudar nestas questões.
Vídeo: Pausa nos treinos nas festas de final de ano, vale a pena?
Antes disso, veja esse vídeo complementar a esse artigo, no qual eu
falo sobre dar uma pausa nos treinos em época de ferias e festas de
final de ano. Já vai ajudar muito a tirar bastante dúvidas sobre esse
tema:
Quanto tempo sem treino afeta o progresso?
Nós
precisamos saber que nosso corpo não consegue manter um treino na mais
alta intensidade por um longo período de tempo, mesmo que muitos “gurus”
(que provavelmente nunca leram sobre periodização) afirmem que somente assim teremos resultados.
É muito importante ter a consciência do que de fato é a intensidade do treino e o que é volume para definir isto. Qualquer
treino bem periodizado, tem ciclos de mais e menos intensidade, para
que os resultados apareçam de maneira eficiente, levando em conta a
segurança.
Desta
forma, um treino bem planejado, tem momentos de descanso, de redução de
volume e intensidade, para que possa ocorrer a supercompensação.
Chamamos isso de Taper dentro do treinamento desportivo. Portanto, nem todas os dias sem treinar serão prejudiciais para seu treino e seu progresso.
A condição de cada um também é fundamental para determinar o tempo sem treinar que não vai afetar diretamente no progresso.
Por
exemplo, uma pessoa que é iniciante, que treina há menos de 6 meses,
irá perder sua condição muito mais rapidamente do que alguém que treina
há muitos anos. Além
disso, questões como lesões, alterações posturais, atrofias e outras,
influenciam diretamente sobre a influencia do tempo sem treinar.
Quanto mais bem treinada a pessoa for, mais tempo será necessário para que ocorra a influencia no progresso do treinamento.
Estudos sobre a influencia dos dias sem treinar sobre o desempenho
Como
este é um tema que desperta interesse não apenas de pessoas que
praticam exercícios para fins de recreação ou de estética, mas também
para atletas de alto nível.
Neste
sentido, ocorrem muitas pesquisas, mas geralmente focadas no perfil de
atletas e não de pessoas comuns. Por isso, vou lhe apresentar um estudo
que mostra um pouco desta realidade para pessoas “comuns”.
Um grupo de cientistas brasileiros publicaram no Asian Journal of Sports Medicine,
uma experiência com 90 estudantes, todos do sexo masculino, que eram
principiantes e nunca haviam realizado treinamento com pesos antes.
Durante a experiência, com duração de 11 semanas, os investigadores
solicitaram que os estudantes treinassem duas vezes por semana, com
exercícios específicos ( leg press, mesa flexora, supino com barra, puxada na polia alta e abdominais).
Os
estudantes realizaram todos os exercícios com um peso que fizesse com
que realizassem entre 8 a 12 repetições, com descanso de 90 a 120
segundos entre as séries.
Para
a melhor condução do estudo, nem todos os estudantes realizaram todas
as sessões de treinamento que foram solicitadas, sendo que dos 90, 21
dos estudantes foram classificados como sendo de “baixa frequência”.
Este grupo, em média, faltava a 20% dos seus treinos.
O grupo classificado como “frequência intermédia” foi ligeiramente mais
dedicado, sendo que faltavam a apenas 15% das suas sessões de treino.
Já o grupo de “frequência elevada” faltava apenas a 5% das sessões de
treino.
Resultados do estudo
Este estudo teve alguns resultados bastante interessantes, que merecem uma análise, que vamos separar por itens:
– Força das pernas:
Os
investigadores descobriram que todos os grupos estudados tiveram as
mesmas quantidades de desenvolvimento de força nos seus músculos das
pernas, em termos percentuais.
– Força no supino reto:
Neste
caso, o grupo de frequência baixa, que faltava a 20% dos treinos, teve
um desenvolvimento significativamente menor do que os outros dois
grupos, tomando como base o teste de 1 RM em termos percentuais.
Desta
maneira, o que os investigadores concluíram foi que durante a
prescrição de exercícios para este público, é recomendado o
estabelecimento de um mínimo de 80% de frequência aos treinamentos
pré-estabelecidos, para que hajam ganhos de força significativos.
Um mesmo estudo de Chelfy (2008) avaliou que atletas bem treinados, não tiveram queda de rendimento, após ficarem 1 semana sem treinar, sendo que depois deste período, houve um decréscimo de performance.
Esses
estudos mostraram que a queda de rendimento e Vo2 máximo são os
primeiros a serem notados após um período de interrupção nos treinos,
que pode variar conforme cada em indivíduo e fica em torno de 7 á 14
dias.
Perdas de massa muscular, quantos dias sem treinar?
Quanto
a parte estética nos ganhos hipertrofia, também vai depender no nível
de treinamento da pessoa, tempo e intensidade entre as principais
questões.
Mas á partir de 10 dias sem treinos já podem ser observados perda de 15% de força muscular que havia conquistado e perda de até 66% da massa muscular que já havia conquistado. Claro que ao retornar aos treinos o quanto antes, a recuperação nos ganhos será mais rápido graças a memória muscular.
Existem muitos outros estudos, focados nos mais variados públicos e métodos. O
que fica claro é que de acordo com o nível de treinamento de cada
pessoa, mais tempo ela vai demorar para ter perda de rendimento e
consequentemente de progresso.
Da
mesma forma, estas mesmas pessoas, ao retornarem ao seu treino, tem
mais facilidade para voltar ao nível de treinamento anterior.
Conclusão
Portanto,
o tempo que você pode ficar sem treinar e que não haverá decréscimo em
seu desempenho e em seu progresso, varia muito de acordo com seu
condicionamento.
Uma dica que eu dou é de que se você vai ficar um período de até uma semana,
sem conseguir treinar, aumente a intensidade de seu treino nos dias que
antecedem sua parada, para que este período sem treinamento, seja usado para a supercompensação.
Outro fator importante é a alimentação, que precisa ser muito bem
cuidada, mesmo que você não esteja treinando, assim como a grande parte
da suplementação.
Outra situação bastante interessante de se fazer é realizar treinos de manutenção, caso seu problema seja tempo.
Treine somente com exercícios multiarticulares (compostos), de maneira intensa e rápida, para que não haja decréscimo por falta de treinamento.
Eles podem ser curtos, com duração de 20 a 30 minutos e vão fazer com que você mantenha sua condição.
No
mais, busque sempre evitar perder treinos, mas caso isso seja
inevitável, faça um treino inteligente, afim de compensar e até de
evitar perdas devido a sua ausência.
Além disso, ao montar seu planejamento de treino (periodização) é
importante ter alguns períodos reservados para eventualidades e doenças,
deixando determinadas datas para baixos volumes de treinamento. No
mais, respeite sempre sua individualidade biológica e bons treinos!
A hipertrofia feminina tem inúmeras especificidades, que se não trabalhadas corretamente, acabam trazendo menos resultados.
Veja todas elas nessas dicas que também servem para os homens!
A 14° dica certamente irá te poupar muito tempo e dinheiro. Não deixe de ver até o fim!
Mulheres podem ter, naturalmente, bons resultados em termos de hipertrofia? Claro que podem!
Lógico, que o processo é diferente, afinal, há inúmeras diferenças
entre mulheres e homens, quando falamos em desenvolvimento de massa
muscular. Neste sentido, é fundamental adaptar e buscar estratégias
específicas.
As mulheres precisam de um treino, que entre outras coisas, otimize sua questão hormonal. Como
as mulheres tem menos secreção de testosterona, um dos principais
hormônios anabólicos do corpo, a hipertrofia feminina é mais difícil.
Mas
isso também não pode ser uma desculpa. Com treino adequado e uma dieta
balanceada, você pode sim, ter excelentes resultados com seu treino.
Separamos as melhores dicas que vão fazer toda diferença a partir de hoje.
Vamos as dicas?
Hipertrofia feminina, dicas para otimizar os resultados
1- Treine seu corpo todo
Há muitas mulheres que não treinam membros superiores como deveriam. Ou em muitos casos, nem treinam eles.
Com isso, sua síntese proteica é totalmente prejudicada. Nosso corpo é uma totalidade e não um amontoado de partes. Ou seja, se uma parte é treinada e a outra não, temos uma redução considerável na qualidade do treino. Os
resultados ficam aquém do que deveriam. Neste sentido, e fundamental
que você treine seus membros superiores também, por mais que não goste. Isso vai otimizar os resultados de seu treino de hipertrofia como um todo!
2- Não treine apenas com baixa carga e altas repetições
É
muito comum vermos mulheres que não treinam com cargas mais altas, com a
justificativa de quem querem apenas “definição muscular”.
Para
termos definição muscular, precisamos de músculos hipertrofiados, não
é? Sem músculos hipertrofiados, iremos definir o que?
Por isso, é fundamental que em seu treino, haja uma alternância de estímulos. Na
prática, significa que em dados momentos, você precisa sim, de cargas
mais altas e menos repetições. Ou seja, um treinamento focado em força.
Caso contrário, chegará um ponto onde seu corpo irá parar seu processo de adaptação, pois os estímulos são sempre iguais.
3- Varie os exercícios e a ordem deles
Lembre-se
que a hipertrofia feminina é um processo de adaptação. Para que haja
uma adaptação, precisamos de um estímulo que seja diferente do que nosso
corpo está acostumado. Por
isso, precisamos de variação de estímulos. Uma das formas de fazer
isso, é mudar os exercícios utilizados e a ordem dos mesmos.
Isso vai impactar diretamente na forma como o estímulo acontece. Por exemplo, imagine uma sequência assim: – Agachamento Livre – Leg Press 45° – Hack Machine – Cadeira extensora – Avanço
Há particularidades em cada um destes exercícios, que vai fazer com que haja uma adaptação com o tempo.
Apenas
mudando a ordem dos mesmos, começando pela cadeira extensora, por
exemplo, teremos uma mudança no estímulo. Isso, se acompanhado de uma
boa dieta, irá gerar hipertrofia.
4- Vá até a falha concêntrica
Uma das formas mais usadas de mensurar a carga de todo o treino, é a falha concêntrica. Basicamente, ela consiste em realizar um determinado exercício, até que não seja mais possível vencer a resistência.
Este é um estado momentâneo, que após um descanso de 30 segundos a 1 minuto, já estará diluído. Porém,
como na execução do exercício, os músculos não conseguem mais vencer a
carga, é sinal de que chegamos em um ponto de alta intensidade. Por
isso, a falha concêntrica é muito usada em treinos para hipertrofia.
Porém,
se você for uma iniciante, esse não é um método indicado para você.
Como seus músculos ainda não tem a técnica adequada do movimento, você
irá “falhar” antes que seu músculo esteja fadigado, o que vai prejudicar
a execução do mesmo.
Com isso, utilize a falha concêntrica apenas se for bem treinada e com o acompanhamento de um bom profissional.
Afinal, movimentos como o agachamento, podem ser perigosos se utilizados até a falha concêntrica, sem ajuda de alguém.
5- Coma proteínas em todas as refeições
Além de treinar de forma adequada, é fundamental que sua dieta esteja muito bem alinhada ao seu objetivo. Uma
das dicas mais importantes que posso te dar, é que se você busca
realmente a hipertrofia, precisa comer uma boa quantidade de proteínas.
Caso contrário, os resultados não virão. Afinal, as proteínas são
responsáveis pela reconstrução muscular.
Mas
quanta proteína devo comer? No geral, entre 1,5 e 2 gramas por kg de
peso corporal. Mas tão importante quanto a quantidade, é a distribuição
da ingestão destas proteínas.
De nada adianta você comer um monte de proteína no almoço, se não come
no café da manhã, na janta e nos lanches do meio da manhã e da tarde. A
síntese destas proteínas será prejudicada. A
hipertrofia feminina precisa, necessariamente, de ingestão proteica
elevada. Caso contrário, você não terá bons resultados. Por isso, é
interessante que em todas as suas refeições, haja pelo menos um
alimento, rico em proteínas.
6- Diversifique os carboidratos
Os
carboidratos não devem ser esquecidos! Priorize sempre os de baixa a
moderada glicêmia ao longo do dia e os de alta glicêmia apenas ao
acordar e após os treinos.
Não
utilize apenas um ou dois carboidratos na dieta, naquelas neuras de só
batata doce…batata doce…diversifique, substitua, assim como o treino não
deve cair numa rotina, a dieta também não. Não se esqueça dos lipídios e dos micronutrientes (vitaminas, minerais, cálcio, potássio, ferro, zinco, etc ).
Temos vários artigos aqui dando exemplos de boas proteínas, bons carboidratos e fontes de gorduras boas como o abacate, azeite extravirgem, amendoim, nozes, chia, e outras sementes como a de linhaça.
A questão da dieta para hipertrofia feminina
tem que ser prioridade e deve ser tratada com muita atenção, por isso a
importância de se procurar um nutricionista esportivo para adequar a
sua alimentação de acordo com objetivos e individualidade.
7- Beba muita água
A
água é fundamental para que você tenha um aumento na síntese das
proteínas. Portanto, é fundamental que em seu dia a dia, você ingira
bastante água.Mas lembra
quando escrevi ali em cima que as proteínas têm de estar distribuídas
ao longo do dia? A hidratação também! Não adianta tomar muita água em um
ou outro momento do dia. A hidratação tem que ser constante.
8- Use os intervalos de descanso de forma inteligente
Já tratei sobre o intervalo de descanso em outros artigos. No geral, usamos intervalos mais curtos quando usamos estímulos mais metabólicos, com mais repetições e menos carga.Em
exercícios com mais carga, os intervalos têm de ser um pouco mais
longos. Em média, os intervalos curtos têm de 30 a 40 segundos. Os
intervalos mais longos têm em média, de 1 minuto a 1 minuto e meio.
9- Qualidade na execução é fundamental
Se
você tem dificuldades em realizar um movimento, ou “sente” músculos que
não deveriam ser ativados, fadigando, melhore primeiro sua execução.
Por exemplo, se você sente os músculos lombares fadigando antes das
coxas, durante o agachamento, sua execução é ruim. Melhore primeiro a
execução e depois use carga.
A regra continua valendo sempre. O peso usado não pode, de maneira alguma, prejudicar a execução dos movimentos.
10- Prefira movimentos multiarticulares
Não é bem uma regra. Mas com mais massa muscular envolvida em um movimento, mais intenso ele se torna. Por
exemplo, se você vai treinar quadríceps e precisa optar entre
agachamento e cadeira extensora, dê prioridade para o primeiro. Isso,
é lógico, se você tem uma boa execução do agachamento. Isso vai ajudar
bastante na hipertrofia, pois a intensidade é maior!
11- Alterne intensidade e volume
Os treinos intensos são fundamentais, mas devem ser feitos com algum cuidado. Uma iniciante, por exemplo, não terá o condicionamento e nem a
estrutura muscular para ter um treino altamente intenso. Ela vai
“cansar” antes de estar bem treinada. Por
isso, é interessante em alguns momentos, usar um treino com um pouco
mais de volume. Principalmente no início dos treinos, quando ainda
precisamos adaptar o organismo.
12- Use suplementos apenas se necessário
Os suplementos são excelentes ferramentas, mas sozinhos, não fazem milagres. Nem todas as pessoas precisam suplementar.
A suplementação é uma alternativa para quando não conseguimos chegar as
quantidades necessárias de um nutriente. Mas se sua dieta é altamente
regrada, não há esta necessidade. Suplemento não é comida e não deve substituir refeições e/ou uma dieta precária.
Se você gasta mais dinheiro com suplemento do que com os alimentos de sua dieta, certamente tem algo muito errado ai.
Já falamos em vários artigos aqui no site inclusive em nosso ebook grátis, quais são os suplementos que funcionam de verdade e quais são desperdício de dinheiro. Voltamos
a repetir, um nutricionista esportivo é tão importante para o sucesso
na musculação, quanto o profissional de educação física.
13- Treine pelo menos 4 vezes por semana
Não
tem jeito. Quer hipertrofia? Treine! Como a mulher tem menos mecanismos
hipertróficos em seu metabolismo, ela precisa treinar para ter
resultados. De 4 a 6
vezes por semana, é o ideal para ter bons resultados, sempre salientando
que há fatores individuais que devem ser levados em conta.
14- Não perceber que um apoio profissional pode te poupar muito dinheiro
Muita
gente tem dificuldade em trabalhar com as variáveis de treinamento por
dois motivos: não tem conhecimento suficiente ou não tem um profissional
capacitado para te orientar, que no caso é um personal trainer.
Quando
se monta uma periodização de treinamento, que junto com a dieta, são os
principais fatores para ser ter resultados contínuos na musculação, evita-se de ocorrer uma estagnação,
algo muito comum de se ver por ai! Que é quando a pessoa tem poucos
resultados no começo e depois parece que pausa e não vê mais progresso
algum.
Pela falta de conhecimento,
a pessoa acaba gastando um monte de dinheiro à toa, achando que se
encher de suplementos (alguns deles bem inúteis), irá resolver o
problema. Ou ainda pior, querem recorrer aos esteroides e vão colocar a
saúde em risco.
Ninguém precisa perder saúde, tempo e nem dinheiro, e a melhor solução para isso é procurar um profissional.
Uma consulta ao nutricionista esportivo,
se colocado na ponta do lápis, o quanto você irá economizar tendo uma
direção, que é uma dieta bem estruturada, vai perceber que fez um ótimo
investimento.
Em relação ao personal trainer, hoje em dia tem as consultorias personalizadas online com esses profissionais.
Seu antes e depois
Deixe seu depoimento e conte para nós como foi o antes e depois da musculação. O que mudou em sua vida? Como estão os resultados? Quanto tempo de treino? Quais estratégias para ter sucesso tem utilizado? O
que está te incomodando ainda? Não está está tendo resultados? Use
nossa área de comentários logo abaixo e conte suas experiências! A hipertrofia feminina é totalmente possível, desde que você faça as coisas da maneira correta.
Sempre treine com a orientação de um bom profissional. Bons treinos.
Fim de ano chegando e muitas pessoas começam a se preocupar sobre
como manter a forma nessa época cheia de gostosuras, confraternizações e
muitos motivos para dar a famosa “pisada na jaca”. Pensando nisso,
separamos algumas dicas importantes para você que continuar no mesmo
ritmo nesse período.
Muitas pessoas acabam perdendo um pouco do ritmo neste fim de ano,
porém, é possível continuar ativo e inserir o exercício no seu dia a dia
também durante as férias. Quer saber como? Confira todas as nossas
dicas e aproveite!
Mantendo a forma no final do ano
Uma dica muito importante e muito eficaz para não desanimar neste
período é planejar os seus treinos junto com as férias. Verifique se o
local onde você vai se hospedar possui academia ou aulas de alguma
modalidade como natação, bike aquática, etc. Se inscrever nessas
atividades, além de super útil para manter a forma, também é uma maneira
bacana de conhecer novas pessoas.
Confira também se a cidade para onde você vai possui algum parque ou outros locais para esporte ao ar livre.
Separe seus melhores looks Fit Urban e aproveite para fazer uma
deliciosa caminhada para conhecer melhor o local. Pedalar também é uma
ótima opção e muitas cidades já oferecem opções de aluguel a bikes por
preços super acessíveis. Aproveite!
Cuide da alimentação
Sabemos que com tantas delícias fica difícil controlar a alimentação no
final do ano, porém é super possível. Sempre falamos sobre manter o
equilíbrio na hora de se alimentar. Você pode se deliciar com as
guloseimas de Natal e Réveillon, porém, sempre com moderação para não
exagerar e dar a famosa “jacada”.
Para manter o corpo e saúde sempre em dia lembre-se de manter o
hábito saudável de beber bastante água. Se manter hidratada é muito
importante neste período, principalmente quando a tendência de comer
coisas mais gordurosas e doces é bem maior.
Aposte sempre nas frutas. Aproveite as temperaturas mais altas para
se deliciar com frutas frescas da estação. Elas são ótimas opções também
para você levar para um lanchinho saudável e delicioso na praia.
Cuidado com as bebidas alcóolicas! Não são só as comidas mais pesadas
que fazem parte da rotina de fim de ano, não é mesmo? As bebidas também
estão super presentes nesses momentos de festas, mas elas também podem
ser vilãs para você que quer manter a forma neste final de ano.
Beba com moderação para evitar inchaços e, principalmente, aquela ressaca que ninguém gosta no dia seguinte.
Sempre coloque na sua mala seus looks fitness preferidos da Fit Urban
e aproveite as férias para se exercitar. Mesmo que não seja em
academias ou outros treinos fechados,sempre é possível praticar um
treino ao ar livre, curtindo as belezas de uma nova cidade e
aproveitando para conhecer melhor seu roteiro de férias.