quarta-feira, 6 de novembro de 2019

5 dicas para você fidelizar seus clientes de Personal

Kim & Trail  já diziam: “pensar em fidelizar um cliente é com certeza uma atitude mais prudente que buscar sempre novos consumidores. Como podemos notar, a literatura é muito clara nesse sentido. A criação de um novo cliente é muito mais difícil e caro do que manter um cliente existente.



Pensando nisso, o Personal Trainer, mestre em marketing esportivo, Yuri Spacov, preparou um material simples e objetivo com algumas dicas de como você fideliza e mantém os seus clientes.
Antes disso, é importante refletir que não há uma receita de bolo para esse processo, pois as variáveis que poderão jogar contra são inúmeras, contudo essas dicas irão dar um norte para que você possa se sustentar com seus clientes.

1 – Invista no Marketing de Relacionamento
O Personal Trainer pode tirar proveito do marketing de relacionamento para reparar relações danificadas com seus clientes. As consequências da infelicidade dos clientes, embora podendo não ser imediatas, podem se apresentar como questões, potencialmente, devastadoras (Kim & Trail, 2011).

2 – Mantenha-se atualizado
Manter-se atualizado nas atividades físicas que estão em evidência e nas tecnologias para usufruir de cada uma. Dessa forma, a tendência é que os clientes continuem motivados com elementos novos para as aulas.

3 – Saber ouvir o seu aluno e entender o que ele precisa de fato
Escutar sempre quais as preferências e gostos dos alunos, afinal estamos falando de clientes que, na maioria das vezes, buscam saúde e bem-estar e não atletas que buscam desempenho acima de outras prioridades.

4 – Profissionalismo

Ser pontual aos horários combinados com os clientes e se tiver disponibilidade, horários para que consiga repor eventuais faltas.
5 – Conhecimento técnico/teórico

Demonstre alto conhecimento técnico no processo de execução dos exercícios. Isso faz com que você diminua as chances de lesões dos seus alunos e aumenta as possibilidades de chegar aos objetivos dos clientes.

Seguindo essas simples estratégias você já se tornará um Personal diferenciado no mercado. Nunca deixe de estudar e seja criativo!

Yuri Spacov é formado em Educação Física pela EEFE/USP e tem mestrado em marketing esportivo. Muitas dessas estratégias de sucesso foram confirmadas e testadas em sua dissertação de mestrado.



Por: Yuri Spacov
Fonte: Educação Física 
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segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Treine seu cérebro e obtenha maiores ganhos de massa muscular e definição


Treine seu cérebro e obtenha maiores ganhos de massa muscular e definição 

A neurociência é uma ciência que estuda o cérebro e o sistema nervoso. Este ramo científico, demonstra que o caminho para a vitória tem início no cérebro, sendo este, o primeiro a ajudar ou atrapalhar um momento competitivo ou de treinamento. O sucesso do atleta, seus resultados, dependem do preparo físico e psicológico.

Frequentemente podemos observar e analisar a relação entre a capacidade de concentração e o desempenho do atleta. Mesmo treinando constantemente os erros aparecem frequentemente.

Você sabe o que é Imagética mental? Esta é referida como visualização  ou ativação cerebral guiada pela visualização.

A visualização é definida como o uso dos sentidos para recrear uma experiência física na mente. Durante o treino, imagine o movimento correto, você aumentando sua carga, aumentando a massa muscular, a definição…. antes de um campeonato de fisiculturismo, os atletas passam meses em frente ao espelho tonando suas poses e seu físico perfeitos, imaginando e esperanto o resultado final.

Como funciona a visualização?

Cientistas estudam a capacidade da  visualização mental em aumentar a força tornando o seu sistema neuromuscular mais eficiente, isto é a “cadeia de comando” que transmite sinais do seu cérebro para os músculos. Durante a visualização mental, a atividade elétrica nos músculos em que você está concentrado, assim  como os movimentos reais ativam as mesma partes do cérebro, com isso há evidentes melhoras na performance.

Temos que trabalhar mais nossa mente. Comprovado pela ciência que nossa mente se rende antes do corpo, quando ainda há energia a ser gasta. A ordem de “parar” vem do cérebro com o receptor chamado “Interleucina-6”. Este manda uma mensagem dizendo que acabou a força, a energia, quando na verdade seu corpo ainda pode responder pelos exercícios.

Treinando com o cérebro - mudar

Já usamos os métodos de “enganar os músculo” ou seja, dar estímulos diferenciados a cada treino, não repetir séries por longo período, trocar a ordem de execução dos exercícios….então agora vamos usar a mente e nos concentrar mais! Sempre visando um melhor treino, melhor resultado,mais hipertrofia e definição…

Segundo Marcia de Luca autora do livro AYURVEDA, com o passar do tempo, nosso cérebro se acostuma com as ações que repetimos diariamente e se torna preguiçoso. Isso gera perda da elasticidade cerebral, do mesmo jeito que a falta de exercício diminui o tônus muscular do corpo. O que você fez diferente hoje?

Nosso cérebro precisa ser desafiado com novidades! Procure variar a ordem do que você faz rotineiramente, exemplos:
  • Assista na Tv programas que você nunca tenha visto antes
  • Mude o caminho ao levar seu cachorro fazer xixi
  • Ao levantar troque o café da manhã… etc

Seu cérebro pedirá para você parar com medo de você estar indo longe demais, através do cansaço físico, não conseguir responder aos exercícios na  academia, tendo preguiça, fadiga… para isso você deve se concentrar e verá que pouco a pouco está indo mais longe do que geralmente poderia ir.


4 Dicas para otimizar seu descanso e ter muito mais resultados na musculação


sexta-feira, 1 de novembro de 2019


Primeiramente vamos conceitual o que é o metabolismo. É um conjunto de transformações, num organismo vivo, pelas quais passam as substâncias que o constituem: reações de síntese (anabolismo) e reações de desassimilação (catabolismo) que liberam energia. (Wikipédia)

O Corpo humano, realiza três tipos de reações metabólicas:
  • Metabolismo em repouso
  • Termogênese alimentar
  • Metabolismo de atividade física.
O metabolismo energético (taxa metabólica), nos mostra a quantidade em calorias que um corpo necessita para manter suas atividades diárias, funções vitais do organismo em repouso e em atividade física (McARDLE 2011). Essa taxa pode variar de acordo com o sexo, peso, altura, idade e intensidade da atividade física.

O metabolismo em repouso representa até 70% do nosso metabolismo total. Uma parte é determinada pela idade e pela genética, fatores que não podemos modificar, mas com recursos nutricionais, hormonais e mudanças no estilo de vida, principalmente com a atividade física, podemos acelerar a forma como o organismo queimará energia (calorias).

metabolismo em repouco homem e mulher

A massa muscular é o fator determinante do metabolismo em repouso. Por isso homens normalmente têm taxa metabólica maior que as mulheres: quanto mais massa muscular, mais o metabolismo total e de repouso vão acelerar.

Os exercícios aumentam a taxa metabólica devido ao estímulo da massa muscular, também elevam o percentual do metabolismo relacionado à atividade física. Para a finalidade de diminuição do percentual de gordura é importante associar exercícios aeróbicos, musculação e cuidados nutricionais.
Alguns fatores devem ser observados: Existem alimentos e suplementos nutricionais que possuem propriedades termogênicas.

Manter intervalos menores entre as refeições eleva o metabolismo alimentar. Já foi estudado que longos intervalos em jejum, diminuem a termogênese e podem acionar mecanismos hormonais de sobrevivência que estimulam o estoque de gorduras. Logo vem a pergunta: E o Jejum Intermitente, essa dieta que está tão na moda no mundo Fitness, como funciona??

Este jejum, é uma dieta desintoxicante e muito efetiva para pacientes com diabetes descompensada, esteatose hepática (gordura no fígado) entre outras inúmeras patologias. Pode ser eficaz como um estímulo nutricional inicial, mas ao longo do tempo haverá uma estabilização e o efeito Platô chegará. Então eu prefiro manter uma dieta elaborada individualmente com bases fisiológicas, seguindo a individualidade biológica dos pacientes.

metabolismo em repouzo dormir

Dormir bem também ajuda, pois poucas horas de sono ou sono irregular diminuem a produção do GH (hormônio do crescimento) que é importante para a manutenção da massa muscular e aumento da oxidação das gorduras. Também é importante sempre estar atento à parte hormonal. Deficiências de hormônios tireoidianos, testosterona e GH podem afetar direta ou indiretamente o metabolismo de repouso. Se houver suspeita clínica destas doenças, deve ser solicitado exames bioquímicos para avaliação.

Quando se trata de queimar gordura, sempre vem a prescrição dos exercícios aeróbicos como os mais indicados e eficazes. Realmente esta atividade provoca um gasto calórico elevado no momento da realização e é importantíssimo! Mas, o que nem todos sabem é que a musculação (exercício anaeróbico), é um fator determinante para a perda de peso, fundamental para a manutenção da estética após o emagrecimento, importante para manter a saúde ósteoarticular.

A medida em que o indivíduo ganha massa muscular (massa magra), sua taxa metabólica de repouso aumenta. As células musculares têm uma quantidade de mitocôndrias muito maior, exigindo grande demanda energética. Devido a isso, após o término do exercício, o corpo continua gastando energia por um período relativamente longo, podendo se estender até o dia seguinte.

Durante a musculação, o músculo passa por um processo de degradação e no momento seguinte, ele precisa se recompor. Para que isso aconteça, o organismo entra em estado de anabolismo, o que vai regenerar o músculo e torná-lo ainda mais forte e resistente, gastando muitas calorias (energia)

Exemplo de Suplementos Termogênicos que ajudarão no incremento metabólico. Todos têm seus horários de melhor aproveitamento de acordo com o dia a dia e treinos de cada um.

  • MCT (Triglicerídeos de cadeia media)
  • Cafeína:  exemplo FURIAN Adaptogen Science
  • L-Carnitine 1500 ou 3000
  • Compostos Pre Treino como FREEK Adaptogen Science
Para concluir, devemos manter o metabolismo sempre acelerado através dos bons hábitos alimentares e prática de exercícios físicos, lembrando que a musculação é a chave, através do aumento do estímulo de recuperação tecidual, para aumentar a taxa metabólica em repouso, com isso a queima de gordura será mais eficaz.

Lembrando que todo o resultado, vem do seu esforço, de um excelente treino e da alimentação, esta deve ser cuidadosamente calculada e elaborada por um profissional.


Por:  Profª. Larissa Cunha
Via:  Musculação e Fitness

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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Por que beber água durante o treino é tão importante?


Por que beber água durante o treino é tão importante?

Nossa hidratação é importantíssima em qualquer momento do dia. Beber água durante o treino e, principalmente, regularmente oferece uma série de vantagens para nosso corpo e nossa saúde É no momento do treino que suamos mais e, com isso, nosso corpo perde uma série de nutrientes. 

Para tirar suas dúvidas sobre esse hábito saudável para quem pratica exercícios regularmente, vamos explicar por que beber água durante o treino é tão importante. Acompanhe nossas dicas para garantir mais saúde à sua rotina! 

 

Qual a frequência certa para beber água durante o treino?

Quando falamos que é importante a ingestão de água durante o treino, não queremos dizer que é para beber muita quantidade antes ou durante o treino. É preciso ter certa moderação para que a água não seja um incômodo para você, principalmente para quem pratica exercícios como crossfit e corrida. 

É importante beber a quantidade suficiente para manter a temperatura do seu corpo sob controle, diminuir o cansaço e controlar a aceleração cardíaca. A quantidade indicada é de 200ml de água a cada 20 minutos de treino. 

 

Quais os benefícios de beber água durante o treino?

A água, além de ser importantíssima para nossa saúde, oferece uma série de benefícios quando ingerida durante os treinos que talvez você nem faça ideia.
Podemos citar alguns, como:

1. Controle do cansaço e mais disposição para treinar;
2. Regulação da temperatura do corpo;
3. Favorecimento da circulação sanguínea e eliminação de toxinas;
4. Diminuição da incidência de cãibras;
5. Transporte de glicogênio (fonte de energia armazenada nos músculos e solicitada durante a prática esportiva) até as células;
6. Aproveitamento de muitas vitaminas hidrossolúveis

Além desses benefícios enumerados, ainda podemos acrescentar mais um que, com certeza, vai agradar a muitas mulheres. A ingestão de água (não somente no treino, mas durante o seu dia a dia) ajuda no processo de emagrecimento. 

Isso acontece por que os rins são os principais filtros do sangue no corpo humano e eliminadores de toxinas. A ingestão de água colabora, e muito, para que esse processo de filtragem seja mais fluido pois, quando você ingere pouca água os rins funcionam de forma mais lenta, o que pode provocar uma sobrecarga nas funções do fígado. 

O fígado, por sua vez, é responsável pela metabolização de gordura no nosso corpo para transformá-la em energia. Com seu funcionamento comprometido, a tendência é que mais gordura seja acumulada neste importante órgão, dificultando as chances de emagrecer.

A ingestão de água também oferece uma sensação de saciedade, reduzindo o apetite e diminuindo os momentos em que você fica “beliscando” durante o dia.  

Deu para perceber a importância da água não somente no treino, mas também no dia a dia não é mesmo? A combinação de uma alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos com frequência e a ingestão de água é perfeita para quem busca uma vida saudável e o tão buscado corpo dos sonhos. Aproveite para deixar sua garrafinha sempre ao lado para lembrar de beber água. 

Lembre-se: para garantir mais qualidade ao seu treino é preciso garantir os looks certos, que te ofereçam conforto, bem-estar e mobilidade para praticar qualquer exercício físico sem preocupações. Aqui na Fit Urban você encontrar várias opções lindas de leggins, shorts, tops, macacões e muitas outras peças cheias de estilo e atitude para arrasar! 



Fonte: Fit Urban
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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Gostar do exercício que você pratica, pode influenciar na aderência à dieta

Há fortes evidências de que o controle alimentar, a dieta equilibrada, tem uma relação direta com o fato de se gostar ou não do exercício que está sendo praticado. Veja mais neste artigo!

gostar da atividade que pratica, pode te ajudar a ter sucesso na dieta

Comer bem, treinar de forma adequada e ainda dar conta de todas as demais tarefas de sua vida, pode parecer muito difícil. Mas há uma relação entre gostar do exercício que você pratica e suas escolhas alimentares, o que pode tornar esta rotina mais fácil.

Existe uma relação direta entre as modificações que o exercício provoca em seu corpo e a aderência a uma estratégia alimentar. Aliás, este é um tema bastante complexo e exige diferentes abordagens. Há evidências, por exemplo, que a aderência à dieta está também ligada a fatores neurobiológicos.

 

Aderência à dieta está ligada a diferentes fatores


Um dos maiores problemas, apontado tanto por profissionais, quanto por pacientes, é a supercompensação dietética.

É a velha máxima de permitir-se uma recompensa alimentar, após treinar.
Com certeza, você conhece alguém que treina e se “permite” cometer estripulias gastronômicas após treinar. Este é um dos problemas mais comuns e que acabam comprometendo e muito, o sucesso da estratégia.

Mas, segundo um estudo recente, isso é causado por uma razão: a pessoa não sente prazer e não gosta da prática escolhida. Em um estudo publicado por Beer (2017), foram investigados o efeito do apoio à autonomia na escolha dos exercícios, relacionado com o gasto de energia correspondente no apetite e subsequente consumo de energia.

Para isso, foram selecionadas 58 mulheres. Para avaliar melhor o objetivo do estudo, estas mulheres foram divididas em 2 grupos:
1- Poderia escolher a atividade a ser praticada
2- Não poderia escolher

Além disso, as participantes também tiveram a ingestão de energia média, mensurada previamente. Percepções de humor, escolha e prazer também foram avaliadas.

Como resultado, foi possível verificar que a ingestão de energia foi significativamente maior após o exercício realizado sob a condição de não escolha. 

Além disso, a escolha por alimentos “não saudáveis”, foi significativamente maior no grupo que não poderia optar pela atividade física. 

O estudo ainda é muito preliminar e precisa de aprofundamento. Porém, como já é possível visualizar na prática diária, pessoas que sentem prazer na atividade física escolhida, tendem a ter mais facilidade de manter a dieta e a alimentação saudável.

 

Então devo fazer apenas o que eu gosto?


Temos de ter alguns cuidados. Afinal, nem sempre o que se “gosta”, é o melhor. Há uma percepção psicológica de valor, de mudança, que deve ser levada em conta.
Por exemplo, uma pessoa que não goste de fazer musculação, mas tem restrições articulares e musculares e precise emagrecer, terá que optar pela prática que não lhe é tão prazerosa.
É preciso encontrar equilíbrio e ressignificar a relação com exercício físico. Isso sim, em médio e longo prazo, fará diferença em sua vida.

Sempre treine com orientação de um bom profissional.
Bons treinos!

Por:

Campanha Outubro Rosa da BioFit Gym



sexta-feira, 25 de outubro de 2019

4 Dicas para otimizar seu descanso e ter muito mais resultados na musculação

O descanso é, sem sombra de dúvidas, tão importante quanto o treino ou a dieta. Porém, existem formas de otimizar ele e melhorar ainda mais os resultados.




Dentro da musculação, há um tripé de sustentação para que tenhamos resultados. Em termos práticos, podemos dizer que este tripé se baseia em treino, dieta e descanso. Se um deles não estiver adequadamente alinhado, não tem jeito, os resultados não aparecem.

Treino e dieta, muitas vezes até estão sendo bem executados, mas se o descanso não for suficiente, você não cresce.

Por isso, toda a questão do descanso precisa ser pensada e planejada, para otimizar seus resultados.
O descanso, que na verdade é tratado como recuperação, nada mais é do que uma das partes que compõe qualquer periodização. 

Por isso, é importante que ele seja planejado e adequado as individualidades de cada pessoa.
Veja agora, alguns pontos que são muito importantes, para a questão do descanso.

 

Descanso e hipertrofia, entendendo primeiramente a relação

Basicamente, o treino de hipertrofia faz com que tenhamos um desgaste, em níveis metabólicos e musculares.
Desta maneira, é preciso que haja elementos que auxiliem nesta recuperação. A dieta oferece o “combustível”, que se baseia nos nutrientes. Mas mesmo assim, ainda falta algo. É neste ponto que o descanso entra. 

É importante entender o descanso de duas formas. Uma delas é o tempo sem treinar determinado grupamento muscular. Este é o ponto em que a organização do treino entra.

A outra parte, está relacionada com a questão do sono. De nada adianta você ficar o período certo sem treinar determinado grupamento muscular, se não dorme de forma adequada ou o tempo suficiente. 

Desta maneira, quando pensamos em descanso aplicado a hipertrofia, precisamos ter clara esta divisão e otimizar ambos os lados. Descanso do treino e o sono.

Veja agora, algumas dicas práticas de como otimizar seu descanso e ter melhores resultados!

Otimizando o descanso e hipertrofiando!

Otimize ao máximo, o tempo de sono!

Na correria do dia a dia, nem todas as pessoas conseguem dormir 8 horas por noite, não é (eu nem sempre consigo). Não que 8 horas seja um número mágico, que todos precisem seguir religiosamente.
Na verdade, precisamos dormir o suficiente para nossa individualidade. 8 horas, na verdade, é só um parâmetro médio. 

Mas independentemente do tempo que você dorme, o mais importante é buscar formas de otimizá-lo.
Evite elementos que possam te distrair antes do sono, ou que façam você o perder.

Celular, televisão ou qualquer outra mídia, que emita estímulos sonoros ou visuais, podem prejudicar a sua qualidade do sono. Se você já não dorme muitas horas, isso tudo pode ainda, comprometer as poucas horas que você dorme. 

Como sabemos, é durante o sono que a maioria dos hormônios anabólicos como o GH e a testosterona tem sua secreção aumentada. 

Com isso, quanto menos você dorme, menos hormônios anabólicos seu corpo produz. O resultado disso é que seu treino de hipertrofia, é muito menos efetivo. 

Além disso, é durante o sono que os músculos acabam sendo recuperados em maior intensidade.
Como o treino causa microlesões, o processo celular de “cicatrização”, que vai fazer com que as fibras aumentem de tamanho. Este processo é aumentado consideravelmente, durante o sono. 

Por isso, dê prioridade a dormir bem. Evite “virar noites” em festas e baladas, pois isso também prejudica bastante a qualidade do sono, pois interfere diretamente no seu ciclo circadiano.

Se você ainda tem o hábito de virar noites constantemente ingerindo bebida alcoólica, procurou a atividade errada para praticar.

Pouco descanso e álcool para quem espera resultados na musculação, é fracasso na certa. Pode ser algo que te incomoda ler (caso perca noites enchendo a cara), mas é a realidade. 



1° Treine o necessário
Fácil de falar, difícil de fazer na prática, não é? Quando falo em treinar o necessário, não estou falando de algum número mágico. 

Isso é muito mais complexo do que parece. Mesmo treinando com um bom profissional, não será possível chegar a exatidão. 

Porém, é importante “ouvir” o corpo. Há um ponto, que com o passar do tempo você vai sentindo melhor, sobre treinar o necessário. 

Quando você treinar menos do que precisa, não se desenvolve. Quando treinar a mais, cataboliza.
Por isso, é importante que haja um bom controle de cargas, mas principalmente, que você busque estar atento aos sinais que seu corpo está dando

Neste caso, é sempre importante estar atento aos sintomas de overtraining, pois eles são indicadores diretos de que você está exagerando na conta. 

Já falamos sobre isso neste artigo (Overtraining: quando o excesso de exercício pode prejudicar a saúde). Estes sintomas, podem ser um grande indício e devem sempre, serem levados em conta!
Não generalizando, mas muitas mulheres querem treinar inferiores dia sim dia não e homens os superiores, como peitoral. Entenda, treinar mais, não significa ter mais resultados.

É preciso descanso de no mínimo 48 horas chegando até 72 horas, dependendo do estimulo que foi dado.

A individualidade deve ser sempre levada em consideração, e por isso uma avaliação constante e a periodização do treinamento, garantem que a margem de erros seja menor e os resultados contínuos.

2° Ficar isolando grupos musculares sem dar descanso
Esse erro faz parte de treinar o necessário, mas vamos dar maior ênfase aqui. Ficar isolando certos grupos e parcelando o treino, como posterior de coxas e quadríceps, para maioria das pessoas não é recomendado. E vemos muita gente querendo fazer isso para outros grupos. Já explicamos isso nesse artigo: 

A pessoa quer desenvolver mais ombros, e ai quer deixar um dia só para ele fazendo 4 até 5 exercícios. Mas se esquece que no dia anterior trabalhou peitoral, e no supino, a solicitação de deltoides é bem grande. Ou seja, e o descanso? O máximo que você vai arrumar com isso é uma lesão.

3° De vez em quando, fique sem treinar
Manter a periodicidade de seu treino é fundamental. Porém, vez ou outra, de forma controlada, não há nada de mais em você faltar a um treino. Preste atenção, faltar esporadicamente não é toda semana! 

Porém, em períodos maiores, tipo uma ou duas vezes por mês, se dê ao “luxo” de faltar a um treino, principalmente se você está se sentindo cansado. Isso vai ajudar bastante na recuperação, desde que você de fato, descanse.

Outro ponto importante, quando fazemos isso, é manter a dieta alinhada. Faltar ao treino para descansar, mas não manter a dieta de forma correta, não traz benefícios. Afinal, se queremos que o corpo se recupere, ele vai precisar de combustível para isso, não é? Perca um treino, mas nunca perca uma refeição!

4° Em sua periodização, tenha períodos de Taper
O Taper é o que chamamos de polimento, na periodização de esportes competitivos. Ele nada mais é do que uma redução intencional e planejada, do volume e intensidade do treino, para que haja uma otimização da supercompensação. 

Em termos práticos, ele funciona assim. Caso você mantenha a regularidade de seu treino, mantendo o planejado da periodização, a cada período de no mínimo 3 meses (no geral fazemos isso de duas a 3 vezes no ano), você tira uma semana de Taper. 

Nesta semana, você reduz a intensidade e o volume de treinos, fazendo apenas exercícios de manutenção. 

Isso vai fazer, quando aplicado da forma correta, que você tenha uma melhor supercompensação.
Sempre é importante salientar que neste período de Taper, a dieta precisa estar muito bem alinhada, para trazer os substratos necessários.


Descansar é muito importante para a hipertrofia. Sem o descanso adequado, seu corpo não se regenera, não tem supercompensação e não há um desenvolvimento sustentável. Por isso, em sua periodização, sempre tenha um cuidado especial com o descanso.
 
 
Sempre treine com a orientação profissional adequada. Bons treinos!
 
Fonte: Treino Mestre
 
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Exercícios físicos ajudam a combater a fibromialgia

A fibromialgia é uma síndrome, do grupo das doenças reumáticas, que atinge mulheres em maior proporção. Neste sentido, a utilização de exercícios físicos vem se mostrando como uma forma de tratamento. Veja mais neste artigo.

Exercícios físicos ajudam a combater a fibromialgia 
 A fibromialgia vem se tornando uma síndrome cada vez mais comum. 


Apesar de ser de ordem reumática, ela é caracterizada por possuir elementos psicossomáticos. Na verdade, as causas ainda são desconhecidas. 

Por ser uma síndrome com estas características e por gerar dores crônicas e generalizadas, sonolência e fadiga, ela prejudica consideravelmente a qualidade de vida de seus portadores. 

Neste sentido, o exercício físico vem se mostrando como uma forma de combate a fibromialgia.

 

Estudos envolvendo exercícios físicos no tratamento da fibromialgia

 

Como a Fibromialgia é uma síndrome ainda recente, carecemos de estudos em grandes populações e com aplicações transversais. Porém, há um grande interesse na ciência e o número de pesquisas cresce ano, após ano. 

Valim (2006), realizou um estudo de análise bibliográfica, onde foram revistos 28 ensaios clínicos.
Em todos os estudos, houve melhora no quadro de dor e conforto por parte dos pacientes. 

Neste estudo em específico, foram analisados apenas os estudos que utilizavam os exercícios aeróbicos como forma de tratamento. 

Häkkinen (2001) realizou um estudo que avaliou os efeitos de 21 semanas de treinamento de força em mulheres, portadoras de fibromialgia e em pré-menopausa.

As pacientes que foram submetidas ao treinamento de força, tiveram ganhos físicos (aumento de força, por exemplo), mas também apresentaram redução de dores e fadiga, aumento da funcionalidade e melhora do quadro geral de qualidade de vida. 

Um estudo de Jones (2002) buscou comparar o treinamento de força, com o treinamento de flexibilidade. 

Participaram do estudo de 12 semanas, 68 mulheres. Elas foram divididas em 2 grupos que realizaram treinos de força e treinos de flexibilidade, separadamente.
 
Ao final do estudo, todas as participantes tiveram redução de dores e fadiga e melhoraram sua funcionalidade. Mas não foi possível verificar diferenças significativas entre os grupos.
 
 

 

Que tipo de exercício uma pessoa com fibromialgia deve praticar?

 

Este é um tema que deve ser bem analisado. Perceba que nos estudos que citei acima, não houve diferenças significativas entre exercícios aeróbicos, resistidos e de flexibilidade. 

Em um contexto adequado, com ajuda de bons profissionais, o ideal é mesclar estes 3 tipos de exercícios. Usar musculação, aeróbico e treinos de flexibilidade, acaba sendo um protocolo bastante eficiente. 

Temos também práticas como o Pilates, Yoga, natação e hidroginástica, que são muito eficientes para o tratamento. 

Mas o mais importante é a aderência do portador de fibromialgia, ao programa de treinamento.
Só em longo prazo, com continuidade do processo, é que será possível chegar em um bom resultado.
Então, o primeiro ponto, é entender o que mais é agradável ao paciente, para então, utilizar como prática. 

Também é importante que o treinamento seja conduzido de forma específica. Uma pessoa com fibromialgia já tem, naturalmente, dores musculares. 

É preciso adaptar as cargas, amplitude, intensidade e demais variáveis, para que o treinamento não se torne uma nova fonte de desconforto.


Melhora do condicionamento é fundamental


Um ponto muito importante, dentro do treinamento físico para pessoas com fibromialgia, é a melhora do condicionamento. Portadores da síndrome apresentam menos resistência muscular, aeróbica e fadigam mais rapidamente. 

Neste sentido, o treinamento precisa ser focado em métodos que vão, em longo prazo, trazer uma melhora no condicionamento físico.

Para isso, é importante lançar mão de diferentes métodos, como musculação, treinamento aeróbico e flexibilidade.

Restrições de movimento por parte de portadores de fibromialgia

 

Em momentos de crise, quem tem fibromialgia, deve fazer exercícios de baixa intensidade.
Além disso, a amplitude dos movimentos deve ser aumentada de forma gradual. Iniciar com movimentos “menores” e ir aumentando progressivamente. 

Fora isso, a menos que haja alguma outra patologia, não há maiores restrições. A grande questão na prática de exercícios por parte de um portador de fibromialgia é justamente a progressão. 

Praticar exercícios é fundamental para um portador de fibromialgia. Vai trazer melhora no quadro de dor e fadiga e ainda melhorar e muito a qualidade de vida.

Sempre treine com a orientação de um bom profissional.
Bons treinos! 


Fonte: Treino Mestre

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